Catarata • avaliação e tratamento

Cirurgia de catarata em Uberlândia

Entenda o momento de operar, compare as lentes e saiba como se preparar para a recuperação.

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Dr. Guilherme Naves · CRM-MG 53862 · RQE 59464

Dr. Guilherme Naves, oftalmologista em Uberlândia

Entenda a catarata

Quando a visão perde a nitidez.

A catarata é a perda de transparência do cristalino, a lente natural do olho. Pode causar visão embaçada, cores menos vivas e incômodo com luzes. A consulta investiga se esses sintomas vêm da catarata ou de outra alteração.

A decisão de operar considera o impacto para ler, dirigir e realizar tarefas, os exames e os benefícios esperados. Não é preciso esperar a catarata “amadurecer” para conversar sobre o tratamento.

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A catarata acontece quando o cristalino, a lente natural do olho, perde transparência. A visão pode ficar embaçada, as cores menos nítidas e as luzes mais incômodas. Esses sintomas também podem ter outras causas.

A indicação de cirurgia considera o quanto a catarata interfere na sua vida e os achados da consulta. Não é necessário esperar a visão ficar muito ruim para conversar sobre as opções.

Na cirurgia, o cristalino opaco é removido e substituído por uma lente intraocular. O planejamento inclui medidas do olho e a escolha do tipo de lente, de acordo com a saúde ocular e as necessidades de cada pessoa.

Pode ser necessário usar óculos após a cirurgia. Outras doenças oculares também influenciam o resultado. Como em qualquer operação, existem riscos, como infecção, inflamação e alterações da pressão do olho.

Após o procedimento, siga as orientações sobre colírios e atividades e compareça aos retornos. Dor intensa, vermelhidão importante ou piora súbita da visão precisam de avaliação rápida. Não espere o próximo retorno se esses sinais aparecerem.

Planejamento individual

Da avaliação ao acompanhamento.

01

Avaliar o olho

Leve receitas, exames e a lista de medicamentos. A consulta considera a córnea, a retina, a pressão ocular e outras condições que podem influenciar a visão.

02

Planejar a cirurgia

A biometria ajuda no cálculo da lente. O cristalino opaco é removido e substituído por uma lente intraocular. A técnica e a anestesia são definidas para cada caso.

03

Cuidar da recuperação

Você receberá orientações sobre colírios, proteção do olho, atividades e retornos. A melhora e a adaptação não acontecem no mesmo ritmo para todas as pessoas.

A facoemulsificação utiliza ultrassom para fragmentar o cristalino. O laser de femtossegundo pode auxiliar algumas etapas, conforme indicação e disponibilidade. Nenhuma técnica elimina os riscos da operação.

Sua rotina participa da escolha

Qual lente faz sentido para você?

Monofocal

Tem um foco principal. É comum precisar de óculos para outras distâncias.

Trifocal

Distribui a luz para perto, intermediário e longe. Busca reduzir a dependência dos óculos, mas pode provocar halos, ofuscamento e perda de contraste.

EDOF e tórica

A EDOF amplia a faixa de foco, sobretudo longe e intermediário. A característica tórica corrige astigmatismo corneano regular e pode se combinar com diferentes desenhos de lente.

Comparar as lentes e entender suas limitações →
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As lentes trifocais são implantes usados para substituir o cristalino. Elas distribuem a luz entre focos para perto, distância intermediária e longe. O objetivo é reduzir a dependência dos óculos em diferentes tarefas.

A escolha inclui outras possibilidades. A monofocal tem um foco principal. A lente de foco estendido, chamada EDOF, amplia a faixa de visão. Já a característica tórica corrige o astigmatismo e pode estar presente em diferentes tipos de lente.

As trifocais podem causar halos ao redor das luzes, ofuscamento e redução da sensibilidade ao contraste. Esses efeitos podem diminuir com a adaptação, mas nem sempre desaparecem. Quem dirige à noite deve discutir esse ponto com cuidado.

Não existe uma lente ideal para todo mundo. A saúde da córnea, da retina e do nervo óptico, os exames e a sua rotina precisam ser considerados. Uma lente mais sofisticada pode não ser a mais adequada para determinado olho.

Sim, ainda pode ser necessário usar óculos para algumas atividades. Nenhuma lente garante visão perfeita ou independência total. Leve suas dúvidas à consulta e compare os benefícios, as limitações e os riscos de cada alternativa.

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Recuperação: o cuidado continua em casa.

Antes de sair, confirme como usar os colírios, quando retornar e qual contato utilizar se tiver dúvidas. Peça orientações específicas sobre dirigir, trabalhar, praticar exercícios e molhar o olho. Não antecipe essas atividades por comparação com a experiência de outra pessoa.

Evite esfregar o olho e siga a proteção recomendada. Não suspenda medicamentos por conta própria. A estabilização da visão e o momento de uma nova receita de óculos dependem da evolução.

Quando procurar atendimento rapidamente?

Dor intensa, piora da visão, vermelhidão importante ou novos flashes, manchas e sombra na visão precisam de avaliação. Não espere o retorno agendado nem uma resposta pelo WhatsApp diante de uma piora súbita.

Dúvidas antes de decidir

Vou deixar de usar óculos?

Não há garantia de independência total. A lente, o grau residual e a saúde do olho influenciam a necessidade de correção. Informe se dirigir à noite é uma prioridade.

A cirurgia dói?

A anestesia é utilizada para controlar a dor. Pode haver percepção de luz, toque ou pressão. Avise a equipe se sentir desconforto; não é possível prometer ausência de qualquer sensação.

Quais riscos precisam ser discutidos?

Infecção, inflamação, alterações da pressão ocular e complicações na retina estão entre os riscos possíveis. O planejamento inclui os fatores particulares do seu olho e as alternativas.

A catarata pode voltar?

O cristalino removido não volta a ficar opaco. A cápsula que sustenta a lente pode perder transparência posteriormente. Quando indicado, isso pode ser tratado com laser YAG, após avaliação.

Como confirmar cobertura pelo convênio?

A equipe verifica o plano, a autorização, os exames e a lente proposta. As condições variam; confirme os detalhes antes de programar o procedimento.

Responsável Técnico

Dr. Guilherme Naves: CRM 53862 | RQE 59464 

IMPORTANTE: Este site não deve, de forma alguma, servir como base para qualquer diagnóstico ou tratamento sem a supervisão de um profissional médico qualificado.

Em caso de dúvidas, procure sempre orientação médica.

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DR. GUILHERME NAVES | OFTALMOLOGISTA

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Localizado no Hospital Mater Dei Santa Genoveva
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