Retina • mácula • acompanhamento
Avaliação e tratamento da retina em Uberlândia
Informações claras sobre doenças da retina, exames e possibilidades de tratamento, com atenção à saúde de cada olho.
Agendar avaliação pela Doctoralia ↗Dr. Guilherme Naves · CRM-MG 53862 · RQE 59464

Procure atendimento oftalmológico urgente. A ausência de dor não exclui um problema importante. Não espere uma consulta de rotina nem uma resposta pelo WhatsApp.
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Alterações da retina podem começar sem sintomas. Entenda por que acompanhar mesmo enxergando bem →
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Diabetes e visão
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O diabetes pode danificar os pequenos vasos da retina, no fundo do olho. Nas fases iniciais, a retinopatia diabética pode não causar sintomas. Por isso, enxergar bem não significa que o exame da retina pode ser dispensado.
Visão embaçada, dificuldade para ler, manchas ou distorções podem surgir ao longo da doença. O acúmulo de líquido na região central da retina é chamado edema macular e pode comprometer a visão de detalhes.
O oftalmologista avalia o fundo do olho e pode solicitar fotografias e OCT. A dilatação da pupila pode ser necessária. Os exames são escolhidos conforme o caso e não substituem a consulta.
O cuidado pode envolver observação, medicamentos aplicados no olho, laser ou cirurgia. Controlar a glicemia, a pressão arterial e o colesterol também é importante, em conjunto com o médico que acompanha o diabetes.
Combine a frequência dos retornos e leve exames anteriores à consulta. Uma piora repentina da visão exige avaliação oftalmológica urgente. O acompanhamento regular ajuda a identificar mudanças e orientar o tratamento no momento adequado.
Sinais que não podem esperar
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Flashes de luz novos, aumento repentino de moscas volantes ou uma sombra em forma de cortina exigem avaliação oftalmológica urgente. Esses sinais podem estar relacionados a uma ruptura ou a um descolamento da retina.
O descolamento acontece quando a retina se separa de sua posição habitual no fundo do olho. Pode comprometer a visão e ocorrer sem dor. A ausência de dor não torna esses sinais menos importantes.
Moscas volantes também podem ter outras causas, mas uma mudança repentina precisa ser examinada. O diagnóstico depende da avaliação da retina, geralmente com dilatação da pupila. Fotografias isoladas não resolvem todas as situações.
Algumas rupturas podem ser tratadas com laser ou congelamento. Um descolamento pode exigir cirurgia. O tipo de tratamento e a recuperação visual dependem da extensão, do tempo de evolução e do envolvimento da região central da retina.
Diante desses sinais, procure atendimento imediatamente. Não espere uma consulta de rotina ou uma resposta pelo WhatsApp. A avaliação rápida é importante para proteger a visão.
O que levar à avaliação da retina?
Reúna exames anteriores, receitas e a lista dos medicamentos que utiliza. Informe quando os sintomas começaram, se atingem um ou ambos os olhos e se houve mudança recente.
A dilatação da pupila pode ser necessária. Confirme com a equipe como se organizar para o exame e o transporte. O Daytona registra imagens amplas da retina e pode dispensar a dilatação em algumas situações, mas não a substitui em todos os casos.
Informação para cuidar da sua visão
Entenda as principais doenças da retina.
Sintomas parecidos podem ter causas diferentes. Conheça as condições avaliadas no atendimento de retina e vítreo em Uberlândia e entenda como a investigação orienta o cuidado.
O diabetes pode afetar os olhos antes de causar sintomas. O acompanhamento oftalmológico e o controle da glicemia e da pressão arterial fazem parte desse cuidado.
Toque no nome de cada condição para conhecer sintomas, exames e tratamentos.
Descolamento de retina
Ocorre quando a retina se separa da camada que a sustenta. Pode estar relacionado a uma ruptura, à tração por membranas ou ao acúmulo de líquido sob a retina.
Sintomas e sinais
Flashes de luz, aumento repentino de moscas volantes, sombra ou uma cortina no campo de visão. Pode acontecer sem dor.
Como é investigada
O exame do fundo de olho com dilatação permite avaliar a retina. A ultrassonografia pode ajudar quando não é possível visualizar seu interior.
Possibilidades de tratamento
Conforme o tipo e a extensão, podem ser indicadas vitrectomia, introflexão escleral ou retinopexia pneumática. O resultado visual depende, entre outros fatores, do comprometimento da mácula.
Orientação: Diante desses sinais, procure atendimento oftalmológico imediatamente. Não espere uma consulta de rotina.
Retinopatia diabética
O diabetes pode danificar os pequenos vasos da retina. A doença pode causar edema macular, sangramento e, em fases avançadas, formação de vasos anormais e descolamento por tração.
Sintomas e sinais
No início, pode não haver sintomas. Visão embaçada, manchas móveis e dificuldade para ler podem surgir com a progressão.
Como é investigada
A avaliação inclui exame do fundo de olho com dilatação. OCT e angiografia podem ser solicitados para investigar edema e alterações da circulação.
Possibilidades de tratamento
O controle da glicemia, da pressão arterial e do colesterol faz parte do cuidado. Conforme o estágio, podem ser indicados acompanhamento, injeções intravítreas, laser ou cirurgia. O intervalo dos retornos é individualizado.
Orientação: Quem tem diabetes precisa acompanhar a retina mesmo quando enxerga bem.
Degeneração macular relacionada à idade (DMRI)
A DMRI afeta a mácula, região central da retina usada para ler e reconhecer rostos. Existem formas secas e formas neovasculares, também chamadas úmidas.
Sintomas e sinais
Linhas que parecem tortas, dificuldade para enxergar detalhes e manchas no centro da visão. Algumas fases iniciais não causam queixas.
Como é investigada
O exame da retina e o OCT ajudam a identificar o tipo da doença e sinais de atividade. Outros exames de imagem podem complementar a avaliação.
Possibilidades de tratamento
O cuidado varia conforme a forma e o estágio. Na DMRI úmida, injeções de medicamentos anti-VEGF podem controlar a atividade da doença. Suplementos específicos são considerados apenas em situações selecionadas, com indicação médica.
Orientação: Uma distorção nova ou piora recente da visão central deve ser avaliada prontamente.
Buraco macular
É uma abertura na mácula, a área da retina responsável pela visão de detalhes. Pode surgir quando o gel vítreo exerce tração sobre essa região.
Sintomas e sinais
Visão central embaçada, linhas onduladas e uma falha ou mancha ao olhar diretamente para um objeto. A dificuldade pode ficar mais evidente ao cobrir o outro olho.
Como é investigada
O OCT mostra as camadas da retina e ajuda a confirmar o diagnóstico, medir o buraco e planejar o tratamento.
Possibilidades de tratamento
Em muitos casos, indica-se vitrectomia, frequentemente com uma bolha de gás. As orientações de posição da cabeça e recuperação dependem do caso. Buracos muito pequenos podem ter conduta diferente, definida após avaliação.
Orientação: O fechamento do buraco e a recuperação da visão variam conforme suas características e o tempo de evolução.
Membrana epirretiniana
É uma película de tecido que se forma sobre a retina, geralmente na região da mácula. Ao se contrair, pode enrugar sua superfície e distorcer a imagem.
Sintomas e sinais
Linhas tortas, dificuldade de leitura e visão embaçada. Algumas membranas são identificadas em exames de rotina e provocam pouca ou nenhuma alteração visual.
Como é investigada
O exame do fundo de olho e o OCT permitem avaliar a membrana, a tração e as mudanças na estrutura da mácula.
Possibilidades de tratamento
Casos leves e estáveis podem ser acompanhados. Quando há prejuízo funcional relevante ou progressão, pode ser considerada vitrectomia com retirada da membrana. Colírios não removem essa película.
Orientação: A decisão pela cirurgia considera os sintomas, os exames e o impacto nas atividades diárias. A melhora visual costuma ser gradual.
Oclusão venosa da retina
Acontece quando o fluxo de sangue em uma veia da retina fica bloqueado. Pode atingir a veia central ou um de seus ramos e causar hemorragias e inchaço da mácula.
Sintomas e sinais
Embaçamento ou redução da visão, frequentemente em um olho. A intensidade varia conforme a área atingida e o comprometimento da circulação.
Como é investigada
O fundo de olho e o OCT ajudam a avaliar as hemorragias e o edema. A angiografia pode mostrar áreas com circulação reduzida.
Possibilidades de tratamento
O edema pode ser tratado com injeções intravítreas. Em situações específicas, o laser é indicado para complicações relacionadas a vasos anormais. Também é importante avaliar fatores associados, como hipertensão e diabetes.
Orientação: A queda súbita da visão exige avaliação imediata para determinar a causa. O acompanhamento continua mesmo após uma melhora inicial.
Retinopatia hipertensiva
A pressão arterial elevada pode causar alterações nos vasos da retina. A intensidade das lesões depende de fatores como o nível da pressão e o tempo de evolução da hipertensão.
Sintomas e sinais
Pode não haver sintomas nas fases iniciais. Em casos mais graves, pode ocorrer redução da visão, inclusive durante elevações importantes da pressão arterial.
Como é investigada
O exame do fundo de olho identifica alterações vasculares, hemorragias e outros sinais. Os achados devem ser avaliados junto às medidas de pressão e à saúde geral.
Possibilidades de tratamento
O controle da pressão arterial, em conjunto com o médico responsável, é a base do cuidado. O oftalmologista acompanha a retina e investiga complicações que possam exigir tratamento específico.
Orientação: Piora visual associada a dor de cabeça intensa, falta de ar, dor no peito ou sintomas neurológicos exige atendimento de urgência.
Retinopatia serosa central
Também chamada coriorretinopatia serosa central, envolve acúmulo de líquido sob a retina, que pode afetar a visão central. Pode melhorar espontaneamente, persistir ou voltar a ocorrer.
Sintomas e sinais
Visão embaçada ou distorcida, geralmente em um olho, principalmente quando o líquido atinge a mácula.
Como é investigada
O OCT permite visualizar o líquido e acompanhar sua evolução. A angiografia pode ajudar a localizar vazamentos e diferenciar outras doenças.
Possibilidades de tratamento
Alguns casos podem ser observados com retornos programados. Nas formas persistentes ou recorrentes, tratamentos como terapia fotodinâmica ou laser, em situações selecionadas, podem ser considerados.
Orientação: Informe todos os medicamentos utilizados, inclusive corticoides em comprimidos, sprays e cremes. Não suspenda um corticoide por conta própria: a decisão deve ser discutida com o médico que o prescreveu.
Retinite (inflamatória ou infecciosa)
Retinite é a inflamação da retina. Pode estar ligada a infecções, como toxoplasmose e algumas viroses, ou fazer parte de processos inflamatórios que afetam o interior do olho.
Sintomas e sinais
Moscas volantes, visão embaçada e áreas de falha visual. Em alguns casos também há sensibilidade à luz, vermelhidão ou dor; a ausência de dor não exclui a doença.
Como é investigada
O exame oftalmológico e a história clínica orientam a investigação. Exames de imagem, de sangue e, em situações específicas, de líquidos do olho podem ser necessários.
Possibilidades de tratamento
Depende da causa. Infecções podem exigir medicamentos dirigidos ao agente responsável. O controle da inflamação precisa considerar a presença de infecção antes da escolha da terapia.
Orientação: Sintomas recentes devem ser avaliados rapidamente. Evite usar colírios ou corticoides sem orientação.
Retinose pigmentar
É um grupo de doenças, geralmente hereditárias, que afetam progressivamente as células da retina responsáveis pela percepção da luz. A evolução varia entre as pessoas.
Sintomas e sinais
Dificuldade para enxergar à noite ou em ambientes escuros e redução do campo de visão lateral. A visão central também pode ser comprometida ao longo do tempo.
Como é investigada
Além do exame da retina, podem ser indicados campo visual, OCT, eletrorretinografia e avaliação genética para caracterizar a doença.
Possibilidades de tratamento
O acompanhamento busca identificar complicações tratáveis, como catarata e edema macular, e ampliar o uso da visão disponível com recursos de baixa visão e reabilitação. O aconselhamento genético pode ajudar a família.
Orientação: As opções de cuidado dependem do diagnóstico específico. Não há uma solução única ou garantia de recuperação para todas as formas.
Descolamento do epitélio pigmentar da retina
É uma elevação da camada de células que fica sob a retina, chamada epitélio pigmentar. Pode estar associada à DMRI ou à coriorretinopatia serosa central, entre outras condições.
Sintomas e sinais
Pode não causar queixas ou provocar embaçamento e distorção da visão central, dependendo da localização e da doença associada.
Como é investigada
O OCT permite estudar a elevação e seu conteúdo. Outros exames de imagem ajudam a identificar a causa e a presença de vasos anormais.
Possibilidades de tratamento
A conduta é dirigida à doença de origem. Alguns casos são acompanhados; outros, quando relacionados a neovascularização ativa, podem necessitar de injeções intravítreas.
Orientação: Esse achado é diferente do descolamento de retina causado por uma ruptura. O nome no laudo, isoladamente, não define a gravidade nem a necessidade de cirurgia.
Vasculite retiniana
É a inflamação dos vasos sanguíneos da retina. Pode ocorrer isoladamente ou estar associada a infecções, doenças inflamatórias e alterações do sistema imunológico.
Sintomas e sinais
Visão embaçada, moscas volantes ou perda visual. Em algumas situações, a inflamação é identificada no exame antes de causar sintomas evidentes.
Como é investigada
A avaliação da retina, o OCT e a angiografia ajudam a investigar inflamação, vazamento e áreas de circulação comprometida. Exames gerais são escolhidos conforme as suspeitas clínicas.
Possibilidades de tratamento
É necessário identificar e tratar a causa. O controle da inflamação e de suas complicações pode envolver medicamentos locais ou sistêmicos, além de procedimentos em situações selecionadas. Infecções precisam ser consideradas antes do uso de imunossupressores.
Orientação: O acompanhamento pode envolver outras especialidades. A frequência dos retornos depende da atividade da doença e da resposta ao tratamento.
Uma avaliação para entender o seu caso.
Agende sua consulta de retina com o Dr. Guilherme Naves. Leve seus exames anteriores e a lista dos medicamentos que utiliza.
IOSG — Instituto de Olhos Santa Genoveva
Localizado no Hospital Mater Dei Santa Genoveva
Av. Vasconcelos Costa, 962 · 1º e 2º andar · Martins
Uberlândia – MG · CEP 38400-450
Telefone: (34) 3214-3033
Conteúdo educativo. O diagnóstico, os exames e o tratamento dependem de avaliação individual. Atualizado em 29/09/2026.
Fontes médicas consultadas
Materiais de referência em inglês:
- ASRS — Descolamento de retina
- ASRS — Retinopatia diabética
- ASRS — Degeneração macular
- ASRS — Buraco macular
- ASRS — Membrana epirretiniana
- ASRS — Oclusão venosa da retina
- AAO / EyeWiki — Retinopatia hipertensiva
- ASRS — Coriorretinopatia serosa central
- ASRS — Retinite infecciosa
- National Eye Institute — Retinose pigmentar
- AAO / EyeWiki — Descolamento do epitélio pigmentar
- AAO / EyeWiki — Vasculite retiniana
- National Eye Institute — Uveítes